A porta de entrada do SUS é a atenção primária. As clínicas da família e os centros municipais de saúde concentram ações de prevenção, promoção da saúde e diagnóstico precoce de doenças, e esse modelo é capaz de resolver até 85% dos problemas de quem busca atendimento. Por isso, ampliar o acesso a esses serviços é uma das prioridades do deputado federal e médico Daniel Soranz, que ajudou a construir a rede de clínicas da família do Rio quando foi secretário municipal de Saúde.
Na Câmara dos Deputados, essa prioridade ganhou forma de orçamento. Soranz destinou mais de R$82 milhões em emendas parlamentares para a saúde pública do Rio. Esse aporte ajudou a expandir o orçamento da capital fluminense e contribuiu para ampliar a cobertura de saúde básica para 80% da população. Com isso, mais de 5 milhões de cariocas passaram a contar com acesso a uma clínica da família ou a um centro municipal de saúde.
A distribuição das emendas do mandato mostra onde estão as prioridades. Para a saúde, foram R$82.420.040,00; para a educação, R$16.673.398,00; e para a cultura, R$390.000,00. O peso da saúde no conjunto reflete a leitura do parlamentar de que é na atenção primária que o SUS resolve mais, gasta melhor e evita que problemas simples virem internações caras e evitáveis.
O resultado também aparece em inaugurações concretas. Em 28 de março de 2026, foi inaugurada a Clínica da Família Rodolpho Perissé, no Vidigal, levando atenção primária para mais perto de uma comunidade que historicamente enfrentou barreiras de acesso. Cada nova unidade significa território coberto por equipes de saúde da família, acompanhamento de gestantes e crianças, controle de doenças crônicas e detecção precoce de problemas que, tratados cedo, custam menos e salvam mais.
“Investir em atenção primária é a decisão mais inteligente que um gestor de saúde pode tomar”, afirma Daniel Soranz. “É onde a gente resolve a maior parte dos problemas, perto de casa, e onde se constrói saúde de verdade, evitando que a pessoa só procure o sistema quando já está doente.”
A expansão da cobertura no Rio é tratada pelo mandato como exemplo de uma engrenagem que dá certo: recurso federal viabilizado por emenda, somado à execução municipal, resulta em mais unidades abertas e em mais gente atendida. A meta declarada é seguir ampliando o alcance da rede e qualificando as unidades existentes, para que a atenção primária continue cumprindo seu papel de espinha dorsal do SUS na cidade.